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Um Blog para Designers Gráficos

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terça-feira, 2 de março de 2010

iPad o novo Tablet da Apple.


A grande novidade está dentro da iPad, o processador A4 de 1GHzda Apple. Um processador potente e que dá conta de tudo que um pseudo-notebook teria que fazer. Há que diga que é um tiro na cara da Intel, e que futuramente a Apple vá embarcá-lo no iPhone, mas isso eu acredito que demora um pouco, por pura jogada de mercado.

Custando de U$499 a U$830 a iPad cria uma nova linha de produtos na empresa do Tio Jobs, os produtos “nem uma coisa nem outra”. Não entendeu? Agente explica: É um iPhone que não liga, nem tem câmera de vídeo, toca MP3 e navega na internet mas não tem capacidade para softwares de terceiros, portanto não é um net ou notebook. É touch screen mas não tem caneta, funciona com os dedos mesmo.

iPad from stadycam on Vimeo.



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Geri's Game

A Pixar como sempre fazendo grandes animações muito legais e engraçadas. Aqui lá vem mais uma. Um velho solitário em sua praça jogando com si mesmo xadrez. Quem será que vai vencer? (rsrs). Vale a pena conferir!

segunda-feira, 1 de março de 2010

Especial: John Piper

Pecado Sexual

Um vídeo, que acredito eu, feito pelo Adobe After Effect que ficou bem legal. As letras passam meio rápido, mas da pra saber qual é a mensagem que John Piper quer passar pra nós. Acho que somente pelo título do vídeo temos uma grande reflexão!

A teologia de Avatar


Como todos já sabemos do grande sucesso que foi o filme Avatar, um grande campeão de bilheteria, trouxe pra vocês a grande matéria escrita pelo Christian Gillis. Vale a pena ler!

O sucesso de “Avatar” foi bilionário. Os efeitos visuais do filme de J. Cameron são mesmo incríveis — assisti em 3D. A mensagem central é alinhada ao que tem sido considerado politicamente correto pelo paradigma socialoide, tanto antropológica como ecologicamente. Milhares de povos têm sido de fato destruídos ao longo da história por causa da ganância império-colonialista, que passa como um rolo compressor por cima de terras, casas, referências culturais, corpos e o que mais for preciso em nome do lucro. Tangencialmente somos informados que a Terra já teria seu habitat destruído — e agora vemos os homens (machos brancos) exportando para os limites da galáxia a cultura de exploração destrutiva, garantida por tropas militares (mercenários sem bandeira, mas que se comunicam no idioma do mercado…), enquanto os frágeis (mulher e deficiente físico) salvam o mundo imaginado no espaço. Uma projeção na telona das angústias e anseios da humanidade.


Então, a mensagem de preservação de povos, culturas e o meio ambiente é bacana e necessária. Porém chamo a atenção para a teologia (o discurso sobre o deus, o divino, a deidade) que é sedimentada na mente dos expectadores “almiabertos” (boquiabertos). Não é questão de demonizar a produção e não assistir ao filme, mas de saber os corantes e conservantes que o compõem e aos quais somos expostos (e que não são informados na embalagem) e que, em alguns casos, colateralmente, poderão redundar nalgum câncer espiritual.

Cito a Wikipédia, por ser uma referência popular: “Avatar é uma manifestação corporal de um ser imortal, segundo a religião hindu, por vezes até do Ser Supremo. Deriva do sânscrito ‘Avatāra’, que significa ‘descida’, normalmente denotando uma (religião), encarnações de Vishnu (tais como Krishna), que muitos hinduístas reverenciam como divindade… Qualquer espírito que ocupe um corpo de carne, representando assim uma manifestação divina na Terra…” Quando essa forma impersonalizada de Deus transcende daquela dimensão elevada para o plano material do mundo, ele — ou ela — é conhecido então como a encarnação ou Avatara… Em uma concepção mais abrangente, a encarnação poderia ser descrita como o corpo de carne. Mas essa concepção seria talvez errada, conquanto tais formas divinas não se tornam reais seres de carne e osso, ou assumem corpos materiais. Uma alma comum assume corpos materiais de carne e osso, mas no caso dessa manifestação divina, seu corpo e sua alma transcendem a matéria e, embora apareçam como impersonalizações, aquele corpo também pertence a sua essência espiritual… Essa palavra “Avatar” se tornou popular entre os meios de comunicação e informática devido às figuras que são criadas à imagem e semelhança do usuário, permitindo sua “impersonalização” no interior das máquinas e telas de computador… Tal criação assemelha-se a um avatar por ser uma transcendência da imagem da pessoa, que ganha um corpo virtual, desde os anos 80, quando o nome foi usado pela primeira vez em um jogo de computador… Mas a primeira concepção de avatar vem primariamente dos textos hindus, que citam Krishna como o oitavo avatar — ou encarnação — de Vishnu, a quem muitos hindus adoravam como um Deus”.

Não há como ignorar o componente teológico envolvido no filme. Primeiro, pelo nome do filme em si (a orientalização do Ocidente é uma tendência que vem crescendo desde meados do século 20), assim como por um linguajar que faz referência e remete ao hinduísmo. Segundo, pela ideia de espírito / mente de um ser “transmigrar” para outro corpo (em “Avatar”, paralelamente, num mesmo tempo e espaço; no hinduísmo, sucessivamente, noutro tempo e forma de vida). Terceiro, e principalmente, pela noção panteísta de divindade, ou seja, um poder divino embutido na natureza, visualizado e adorado em forma de árvore especial, com a qual é possível estabelecer contato e comunicação (é pessoal), que elege seres para tarefas salvíficas, que mantém aquele mundo em equilíbrio, que move os elementos (animais, por exemplo) que compõem aquele cosmos, que toma a vida (decide quem continua a viver), que realiza o milagre de transferir efetivamente uma alma de um corpo para outro. Quarto, pela semelhança sonora entre o nome da divindade (Eiwa) com Jeová. Seria a tentativa de alguma redefinição do Deus revelado por Jesus, segundo a Escritura? (A tendência atual não é ateísmo, mas uma forma religiosa natural, mais palatável que o Deus bíblico.) Ainda há outros aspectos, mas esses bastam para mostrar o ponto: “Avatar” está cheio de elementos teológicos, no caso, panteístas.

O contraste com o Deus da Bíblia é enorme, pois ele é o Deus Eterno, Criador, o Deus Soberano no universo (não limitado a uma lua do cosmos), o Deus que é espírito puro, o Deus Pai de Jesus Cristo (chamado por alguns hindus modernos de um avatar…), o Deus que ama e salva a sua criação entrando na história e assumindo a cruz para resgatá-la.

Sem paranoia, mas vigiando (levando em conta que J. Cameron patrocinou um documentário que questiona a ressurreição de Jesus), o que a cultura contemporânea vem sedimentando em nossa alma? Quais serão os efeitos espirituais reais que tal cosmovisão terá sobre a mente de milhões de consumidores desse tipo de cultura?

Pessoalmente, não gostaria de viver em sociedades como as que a teologia hindu pariu (idealizada pela novela “Caminho das Índias”). É claro, portanto, que há uma relação direta entre a teologia e o modo de vida, entre uma teologia idólatra e um modo de vida igualmente reduzido, entre uma concepção panteísta da divindade e uma espiritualidade esvaziada da cruz.

Não vivemos sem cultura. Alimentamo-nos constantemente dela. Esse artigo tem por objetivo despertar a atenção para as expressões culturais que ingerimos. A ideia é provocar reflexão e reação. Gostaria muito de saber quais foram as suas impressões sobre o filme, de ouvir sua ressonância, ainda mais que o diretor já anunciou a continuação de “Avatar” em mais um ou dois filmes.

Christian Gillis é casado com Juliana e pai de 3 garotos. Pastor da Igreja Batista da Redenção por 20 anos, é envolvido com ministérios relacionados a missões, reflexão e juventude.

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Tromba Trem

Me apaixonei por este desenho pela primeira vez que eu este trailer! Fiquei muito surpreso pela qualidade de um desenho brasileiro. Não dizendo que todos os desenhos brasileiros são ruins, mas sim que é muito difícil encontrar tanta qualidade em um desenho como este. Apesar do desenho já ter até parado de passar no ar pela TV cultura, confesso que fiquei muito triste por pegar esta notícia atrasado, mas só de saber que foi feitos por brasileiros fico muito feliz com isso! Então fiquem somente com o gostinho deste desenho, vendo este trailer que ta muito massa:

Toy Story 3 – Clássico da Disney/Pixar ganha novo trailer

Terceiro filme da franquia ganha novo trailer e mostra um pouco mais do que o clássico trará para os cinemas este ano
O que falar sobre Toy Story? Acredito que enquanto não saia o terceiro filme só podemos dizer que é uma animação para adultos e crianças. Um clássico que abriu as portas para a Pixar e promete nos surpreender ainda mais.


O novo trailer, divulgado esta semana, mostra um pouco mais do que será o novo filme. Contando a chegada de Woody, Buzz e cia. na creche e o seu relacionamento com os novos companheiros. Destaque para o “amor à primeira vista” de Ken e Barbie.






Geocentric

Design de Geoffrey Cooper, o relógio entitulado "Geocentric" faz uma explícita menção ao seu próprio sistema, onde fundamentalmente baseia-se nos movimentos de rotação e translação dos planetas e luas do universo.

O legal são os anéis do relógio que ficam em constante movimento para ilustrar com precisão que horas são.

Basicamente o objetivo deste projeto foi criar uma nova forma de expor as horas e inovar e encantar a experiência de olhar as horas.

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